segunda-feira, 8 de junho de 2015


Relatando experiências...

 

Mas o que é a praça, se nela não há graça de viver?

Não praça se vive de graça, porém não há dinheiro que se possa pagar:

O amor, a vida, o tempo... vividos na praça por homens, mulheres de toda idade e de muito lugar...

Aos poucos, histórias, lembranças se inserem na praça e ficam marcadas...

Umas brandas, outras mansas...

Às vezes doídas, noutras silêncio...

E em muitas olfatos e paladar. (Lucivânia Pereira)

 

Poder descobrir um pouco mais da cidade de Barreiras é, sem dúvidas muito enriquecedor, pois sou natural de uma outra cidade e desta forma tudo que aprendo sobre esta cidade me encanta. Poder aprender a partir da história do outro e misturar-se a esta, faz com que nosso repertório se alargue e que nosso olhar aprenda a enxergar novos horizontes.

Pesquisar sobre a Praça Duque de Caxias, me proporcionara além de aprender bastante, fazer parte da rotina da mesma e perceber que muito mais do que simples monumento histórico, ela representa um pedaço vivo desta cidade, localizada no Oeste da Bahia.

Andar pelas ruas e ouvi histórias de pessoas anônimas, as quais pediram para não serem fotografadas, valeram muito, pois em mim ficaram registrados cada palavra, cada gesto , das mesmas, assim como nestas pessoas um pouco de minha pessoa também ficou...

O tripé aqui estabelecido entre cidades/blogs/universidade, favoreceu-nos construir histórias, ampliar nosso conhecimento e ainda utilizar ferramentas tecnológicas como via de aprendizagem e de troca de experiências.

A realização deste, ainda se caracteriza como a prova concreta de que é possível se conectar com outras realidades através da internet. Que cada um de nós pode e deve contribuir para que a teia cibernética seja utilizada como ferramenta de aprendizagem e valorização das várias culturas existentes para que suas vozes sejam ouvidas e misturadas ao constante movimento da diversidade humana.

Segundo Milton Santos, (...) tudo começa com o conhecimento do mundo e se amplia com o conhecimento do lugar, tarefa conjunta que é hoje tanto mais possível porque cada lugar é o mundo. Daí advém uma possibilidade de ação”(SANTOS,1994 pp. 116-117 in TRAMAS 8 por Lílian Amaral p.25)

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